excelente vídeo com momentos da temporada ...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Gaither quer continuar sendo um Raven ...
A dor nas costas de Jared Gaither ainda não passou completamente, mas está ficando melhor.
O grande offensive tackle apareceu nos vestiários dos Ravens nessa quinta-feita e disse ter se beneficiado do extenso período de descanso e reabilitação que teve.
“Estou melhor,” disse Gaither. “Fiquei um tempo fora, me reabilitando e condicionando e coisas desse tipo para ter certeza que ainda estou em forma. Mas estou me sentindo melhor.”
Após um começo de temporada atribulado, quando Gaither se consultou com dois especialistas para determinar qual era o problema em suas costas, foi concluído que Gaither tinha uma pequena ruptura no disco torácico.
Gaither também perdeu uma quantidade surpreendente de peso nessa offseason.
Os Ravens tinham esperança de que Gaither pudesse eventualmente retornar em algum ponto da temporada, mas ele foi colocado na lista de lesionados no dia 23 de outubro, em parte para abrir espaço no elenco para Ed Reed e Brendon Ayabadejo.
“Eu acho que nenhum jogador quer ser colocado na lista de lesionados e ficar for a do resto da temporada,” disse Gaither, que foi rápido para afirmar que não precisaria de cirurgia. “Então obviamente, minha primeira reação foi ficar decepcionado com isso. Mas eu entendo o que é preciso fazer para a organização seguir em frente.”
“Estou trabalhando duro para voltar no próximo ano.”
Gaither foi escolhido na quinta rodada do draft suplementar em 2007, e seu contrato acaba nessa temporada.
Inicialmente um left tackle, Gaither foi movido para o lado direito da linha ofensiva nessa temporada, posição na qual Marshal Yanda tem sido o titular durante toda a campanha.
Ainda assim, Gaither, um nativo de Maryland, diz que sua vontade é continuar com os Ravens, se possível.
“Eu comecei minha carreira aqui, e eu adoraria finalizar minha carreira no mesmo lugar,” disse Gaither. “Dito isso, mesmo que eu não retorne, eu amo essa organização. Eu amo a camaradagem do time. Esse é meu lugar.”
“Espero poder voltar e fazer coisas boas.”
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
O grande offensive tackle apareceu nos vestiários dos Ravens nessa quinta-feita e disse ter se beneficiado do extenso período de descanso e reabilitação que teve.
“Estou melhor,” disse Gaither. “Fiquei um tempo fora, me reabilitando e condicionando e coisas desse tipo para ter certeza que ainda estou em forma. Mas estou me sentindo melhor.”
Após um começo de temporada atribulado, quando Gaither se consultou com dois especialistas para determinar qual era o problema em suas costas, foi concluído que Gaither tinha uma pequena ruptura no disco torácico.
Gaither também perdeu uma quantidade surpreendente de peso nessa offseason.
Os Ravens tinham esperança de que Gaither pudesse eventualmente retornar em algum ponto da temporada, mas ele foi colocado na lista de lesionados no dia 23 de outubro, em parte para abrir espaço no elenco para Ed Reed e Brendon Ayabadejo.
“Eu acho que nenhum jogador quer ser colocado na lista de lesionados e ficar for a do resto da temporada,” disse Gaither, que foi rápido para afirmar que não precisaria de cirurgia. “Então obviamente, minha primeira reação foi ficar decepcionado com isso. Mas eu entendo o que é preciso fazer para a organização seguir em frente.”
“Estou trabalhando duro para voltar no próximo ano.”
Gaither foi escolhido na quinta rodada do draft suplementar em 2007, e seu contrato acaba nessa temporada.
Inicialmente um left tackle, Gaither foi movido para o lado direito da linha ofensiva nessa temporada, posição na qual Marshal Yanda tem sido o titular durante toda a campanha.
Ainda assim, Gaither, um nativo de Maryland, diz que sua vontade é continuar com os Ravens, se possível.
“Eu comecei minha carreira aqui, e eu adoraria finalizar minha carreira no mesmo lugar,” disse Gaither. “Dito isso, mesmo que eu não retorne, eu amo essa organização. Eu amo a camaradagem do time. Esse é meu lugar.”
“Espero poder voltar e fazer coisas boas.”
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Torcedores criam a "Purple Out" ...
Prioritariamente para o jogo desse domingo contra os Steelers, o Baltimore Ravens e a Verizon Wireless irão providenciar 71,000 toalhas roxas para os fãs que estiverem no M&T Bank Stadium.
Os Ravens estão encorajando os torcedores a se vestirem todo de roxo e balançarem suas toalhas na trasmissão do Sunday Night Football.
“A Verizon Wireless se junta aos torcedores do Baltimore Ravens com essa grande demonstração de apoio ao time, e encorajamos todos a utilizarem essas toalhas para torcer pelo nosso time no jogo desse domingo,” disse Mike Maiorana, presidente regional da Verizon Wireless.
“Nossos fãs são dedicados e extremamente apaxionados, especialmente quando o jogo é contra o rival Steelers,” disse o vice-presidente de vendas e parcerias dos Ravens, Mark Burdett. “O M&T Bank Stadium está entre as maiores vantagens de campo da NFL, e nossos jogadores absorvem a energia dos fãs. Estamos animados para ver todos balançando suas toalhas com orgulho, mostrando um mar roxo para a audiência nacional.”
Os fãs foram requisitados para estarem em seus lugares pelo menos dez minutos antes do início do jogo. “Quando nossos jogadores são apresentados, será uma grande cena no estádio e na televisão. Nós teremos aquela “parede roxa” que o técnico Harbaugh sempre menciona,” adicionou Burdett.
Os Ravens têm tido grande sucesso jogando em casa sob o comando do técnico John Harbaugh, com 17 vitórias e 4 derrotas. Isso inclui até agora uma campanha perfeita na temporada 2010. Nas últimas três temporadas, os ês temporadas, os Ravens têm a melhor média jogando em casa da liga em jardas corridas, com 148.8 jardas por jogo e 30 touchdowns de corrida.
Defensivamente, os Ravens têm permitido uma média de 12.5 pontos por jogo em seu próprio estádio desde 2008, a melhor marca da liga. E o time, jogando em casa, marcou 545 pontos e sofreu 263, sob o comando de John Harbaugh.
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
Os Ravens estão encorajando os torcedores a se vestirem todo de roxo e balançarem suas toalhas na trasmissão do Sunday Night Football.
“A Verizon Wireless se junta aos torcedores do Baltimore Ravens com essa grande demonstração de apoio ao time, e encorajamos todos a utilizarem essas toalhas para torcer pelo nosso time no jogo desse domingo,” disse Mike Maiorana, presidente regional da Verizon Wireless.
“Nossos fãs são dedicados e extremamente apaxionados, especialmente quando o jogo é contra o rival Steelers,” disse o vice-presidente de vendas e parcerias dos Ravens, Mark Burdett. “O M&T Bank Stadium está entre as maiores vantagens de campo da NFL, e nossos jogadores absorvem a energia dos fãs. Estamos animados para ver todos balançando suas toalhas com orgulho, mostrando um mar roxo para a audiência nacional.”
Os fãs foram requisitados para estarem em seus lugares pelo menos dez minutos antes do início do jogo. “Quando nossos jogadores são apresentados, será uma grande cena no estádio e na televisão. Nós teremos aquela “parede roxa” que o técnico Harbaugh sempre menciona,” adicionou Burdett.
Os Ravens têm tido grande sucesso jogando em casa sob o comando do técnico John Harbaugh, com 17 vitórias e 4 derrotas. Isso inclui até agora uma campanha perfeita na temporada 2010. Nas últimas três temporadas, os ês temporadas, os Ravens têm a melhor média jogando em casa da liga em jardas corridas, com 148.8 jardas por jogo e 30 touchdowns de corrida.
Defensivamente, os Ravens têm permitido uma média de 12.5 pontos por jogo em seu próprio estádio desde 2008, a melhor marca da liga. E o time, jogando em casa, marcou 545 pontos e sofreu 263, sob o comando de John Harbaugh.
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
Uma rivalidade sem precedentes ...
“Os técnicos se odeiam, os jogadores se odeiam. Não há ligações após o jogo, nem convites para jantar. Mas o sentimento é mútuo: eles não gostam da gente, e nós não gostamos deles. Não há necessidade de esconder isso, eles sabem e nós sabemos. Será um daqueles jogos para relembrar.”
Hines Ward, WR do Steelers
Simplesmente pessoal …
Como começa uma grande rivalidade esportiva ? Às vezes começa com os fãs. Um jogo de rivalidade pode conter conteúdo significante para os torcedores pelas memórias acumuladas de bons momentos e emoções do ano anterior. Para começar, a decisão de Art Moddel de mudar o Browns para Baltimore em 1996 deu aos fãs do Cleveland Browns uma boa razão para odiar o Baltimore Ravens. Mas isso geralmente leva tempo para chegar com tanta intensidade aos próprios jogadores. A natureza da NFL é que um jogador pode se ver jogando pelo time que foi seu rival de um dia para o outro, então geralmente não há espaço para os jogadores construírem animosidades contra um time em particular além do que seria normal para os oponentes.
O interessante entre a rivalidade entre o Baltimore Ravens e o Pittsburgh Steelers é que nada começou com os fãs. Começou com os jogadores. Levou apenas alguns anos, alguns grandes jogos, muitas pancadas fortes, e muita provocação para transformar o jogo entre Ravens e Steelers em uma das maiores rivalidades da NFL.
Começo incerto …
Em 1996, a NFL retornou para Baltimore após 12 anos de ausência. Os fãs de Baltimore deram boas vindas aos Ravens, assim como haviam feito com os Colts, mas sua situação na liga era nova. O velho Colts era um time da AFC Leste, e a maioria de seus rivais históricos continuavam na mesma divisão. Enquanto havia alguma história entre as duas cidades, nunca foi do mesmo jeito que é uma boa rivalidade de divisão, e foi diminuindo com o tempo.
Os jogos entre Steelers e Colts eram raros, havendo apenas três confrontos entre 1950 e 1970. Por muito tempo, a mais famosa conexão na NFL entre Pittsburgh e Baltimore foi a decisão do Steelers de cortar o QB Johnny Unitas durante os treinamentos nos anos 50, apenas para vê-lo quebrar recordes e vencer campeonatos para os Colts.
Com uma mudança no calendário da NFL, os jogos entre Steelers e Colts se tornaram mais frequentes durante a dinastia do Steelers na década de 70. O Steelers e seus torcedores visualizavam o Super Bowl e rivais de pós-temporada como o Oakland Raiders e o Dallas Cowboys. Mas não havia muito amor pelos Steelers nas vizinhanças de Baltimore, que tinha que lidar com a exuberante base de fãs dos Steelers invadindo seu estádio. Pittsburgh também impôs dolorosas derrotas na primeira rodada dos playoffs sobre os Colts em 1975 e 1976.
Na melhor das hipóteses, a rivalidade entre Steelers e Colts era unilateral, e quando o dono dos Colts, Robert Irsay, tirou o time de Baltimore no meio da madrugada em 1984, corria-se o risco da rivalidade desaparecer junto com o time.
O nascimento de uma rivalidade ...
Os fãs do Steelers viram os Ravens como o time de Art Modell, o que era uma razão suficiente para querer derrota-los, mas isso era apenas por ressentimento pelo fato de Modell ter acabado com a maior rivalidade da história de Pittsburgh. Os Browns tinham sido substituídos por um time com estranhos uniformes roxos, representando uma cidade da qual eles nunca viram como uma rival.
Mas apesar de todas as mudanças, os jogadores continuavam os mesmos. Eles ainda lembravam dos anos de rivalidade entre Browns e Steelers, a qual havia visto seu primeiro jogo de playoffs no ano anterior ao anúncio de Art Modell de que mudaria seu time de cidade. Mesmo nos primeiros jogos, você podia detectar uma pitada a mais de maldade no jeito que os jogadores das duas equipes finalizavam as jogadas. Eles não se gostavam.
Essa maldade poderia ter desaparecido naturalmente com a troca de jogadores, mas ao invés disso apenas se intensificou. Parte da razão pode ter sido que um dos novos jogadores dos Ravens foi o defensive back Rod Woodson, um líder do time que foi uma parte importante no sucesso da defesa de Pittsburgh na década de 90.
Em 1998, Woodson foi cortado pelo San Francisco 49ers, e houve muita especulação de que ele poderia retornar para seu antigo time. O diretor do Steelers, Tom Donahoe, desmentiu a possibilidade de uma vez por todas com a declaração de que o time não era o “exército da salvação.” Ao invés disso, Woodson assinou com Baltimore, onde fez uma transição de sucesso da posição de cornerback para a posição de safety, jogou quatro temporadas e retornou ao Pro Bowl. E ele não tinha nenhum problema de motivação quando tinha que jogar contra seu antigo time duas vezes por ano.
Após assinar com os Ravens, Woodson criticou a diretoria do Steelers por deixar jogadores talentosos assinarem com outros time ao invés de fazer mais esforços para tentar mante-los em Pittsburgh. Os Steelers entravam em um período de declínio, durante o qual o time não chegou aos playoffs em três anos consecutivos. Ao mesmo tempo, os Ravens construíam uma identidade como um time físico. O novo técnico, Brian Billick, e o novo coordenador defensivo, Marvin Lewis, outro que saiu do Steelers em 1996, construíram uma formidável unidade defensiva com os linebackers Ray Lewis e Peter Boulware patrulhando o meio, e com Duane Starks e Chris McAlister se juntando a Rod Woodson na secundária. O ataque dos Ravens foi construído em torno do jogo corrido e controlando o tempo de posse, com o running back Priest Holmes e mais tarde com Jamal Lewis como titular.
Para os fãs de Pittsburgh, parecia que os Ravens estavam tentando copier a fórmula que havia sido estabelecida pela grande defesa “cortina de ferro” na década de 70, e pela qual os Steelers aspiravam desde então. Isso seria o suficiente para começar uma rivalidade, mas o que realmente fez com que isso acontecesse foi uma outra parte da identidade dos Ravens: suprema confiança, ou petulância, dependendo do ponto de vista. As provocações estavam prestes a começar em alta voltagem.
Guerra de palavras ...
Começou com o primeiro jogo da temporada 2000. Após os Ravens darem aos Steelers sua primeira derrota sem marcar nenhum ponto em seu próprio estádio desde 1989, o tight end de Baltimore, Shannon Sharpe, deu sua opinião sobre a situação dos Steelers: “os Steelers têm muitos problemas que eles precisam resolver. É provavelmente o pior estado que vi os Steelers em meus 11 anos na liga. E tenho certeza que Bill Cowher está muito desapontado, porque eles têm muitos problemas internos.”
O técnico de Pittsburgh, Bill Cowher, pacientemente esperou até o jogo daquela temporada em Baltimore, o qual foi vencido pelos Steelers por 9-6, passando os Ravens no segundo lugar da AFC Central e aumentando a sequencia de jogos de Baltimore sem marcar um touchdown para cinco jogos. Perto do fim de sua coletiva de imprensa, Cowher teve um pedido aos repórteres: “vocês poderiam dizer a Shannon Sharpe que nossos problemas estão resolvidos ? E eu aprecio a preocupação dele após o primeiro jogo sobre os problemas internos que tivemos. Diga a ele que estamos bem. Obrigado.”
Os Steelers terminaram a temporada com uma campanha com mais vitórias do que derrotas, ficando por pouco fora dos playoffs, mas pela primeira vez em alguns anos, o time parecia estar no caminho certo. OS Ravens resolveram sua seca ofensiva com a ajuda de uma defesa que permitiu o menor número de pontos na história da liga para uma temporada de 16 jogos, e continuou seu domínio até a vitória no Super Bowl XXXV contra os Giants. A comemoração do título rendeu ainda mais combustível para a rivalidade. Seria a defesa de 2000 dos Ravens a melhor de todos os tempos, melhor até mesmo do que a “cortina de ferro” da década de 70 ? E o que aconteceria em 2001 ?
Uma luta de três rounds …
Quando os Steelers receberam os Ravens em novembro, eles sentiram que tinham algo a provar aos atuais campeões. Pittsburgh acreditava que sua defesa, liderada pelos linebackers Jason Gildon e Joey Porter, era tão boa quanto a tão badalada defesa de Baltimore. O jogo deveria mostrar isso, mas tomou um rumo inesperado que apenas contribuiu para o argumento entre os dois times. Os Ravens venceram por 13-10, com o kicker do Steelers, Kris Browns, perdendo quatro field-goals. Era a terceira vitória consecutiva dos Ravens em Pittsburgh. Porter disse que “eles venceram o jogo, mas eles definitivamente sabem o quão boa nossa defesa é.” Os Ravens discordaram dessa declaração.
A semana anterior ao reencontro em Baltimore foi cheia de provocações de ambos os lados. Com o título da AFC Central em disputa, e o jogo marcado para ser transmitido no Sunday Night Football, a ESPN se prendeu a tudo o que conseguiam, e os jogadores não desapontaram. O wide-receiver de Pittsburgh, Plaxico Buress, proclamou que os Steelers iriam “fisicamente vencer” os Ravens naquele jogo. Shannon Sharpe retrucou, “se Hines Ward tivesse dito isso, do jeito que ele joga fisicamente, tudo bem, eu poderia dar algum crédito. Mas Plexiglass? Não.”
Hines Ward havia dado uma pancada em Rod Woodson durante o primeiro encontro entre os times que havia pego o safety de Baltimore desprevenido e causado uma lesão no nariz. Woodson e os Ravens consideraram a pancada desleal e deixaram claro que pretendiam revidar. Haviam até rumores de que os Ravens haviam colocado uma recompensa nos dois recebedores de Pittsburgh, dando uma quantia em dinheiro para o defensor que conseguisse tirar Ward ou Buress do jogo. A política da NFL proíbe qualquer recompensa em dinheiro, mas nunca houveram evidências de que o fato era mais do que um rumor.
O defensive tackle dos Ravens, Tony Siragusa, causou uma grande reação quando desafiou os torcedores de Pittsburgh a seguirem-no ao banheiro após o jogo, ao qual o defensive back dos Steelers, Lee Flowers, respondeu, “nós não temos torcedores idiotas. Tenha certeza que seu grande traseiro aparecerá no jogo de domingo.”
O jogo foi físico como anunciado, com os Steelers vencendo por 26-21 e alcançando o título de divisão da AFC Central. A jogada que mudou a partida foi um touchdown de 90 jardas em um passe de Kordell Stewart para Bobby Shaw, após o punt dos Ravens terem colocado os Steelers no início de seu próprio território. Foi a quinta vitória consecutiva de Pittsburgh em Baltimore.
A vitória levou Pittsburgh aos playoffs pela primeira vez desde 1997, mas sua batalha contra os Ravens estava longe de terminar. Baltimore chegou aos playoffs como wildcard pelo segundo ano consecutivo, e após massacrar os Dolphins em Miami por 20-3, eles estavam confiantes de que poderiam repetir a performance contra os odiados Steelers na casa do oponente no jogo seguinte dos playoffs. O linebacker Jamie Sharper, de Baltimore, tinha um aviso especificamente para o running back Jerome Bettis, dos Steelers, que era esperado retornar após perder vários jogos devido a uma lesão: “todos dizem que eles são o melhor time. Veremos. Se o ônibus for esperto, ele não irá jogar.”
Para choque dos torcedores de Pittsburgh, Bettis não participou do jogo, quando uma injeção para aliviar a dor, minutos antes da partida, atingiu um nervo, deixando sua perna dormente. Mas a defesa de Pittsburgh deu conta do recado: o cornerback Chad Scott interceptou o primeiro passe do quarterback Elvis Grbac no jogo para marcar a primeira pontuação dos Steelers no jogo. Os Steelers seguraram o ataque de Baltimore para apenas 150 jardas e 20 minutos de posse de bola na primeira derrota do Baltimore Ravens nos playoffs na história da franquia. Shannon Sharpe admitiu após o jogo que nessa ocasião, no mínimo, os Steelers tinham sido o melhor time. Pittsburgh acabou perdendo a final de conferência para o New England Patriots.
O melhor dos inimigos …
A temporada épica de 2001 poderia ter terminado para os dois times, mas a rivalidade havia permanecido, entre os jogadores e os torcedores. Foi uma decisão natural para os dois times permanecerem na mesma divisão após o realinhamento feito pela NFL em 2002, deixando cada divisão com quatro times.
Desde a criação da AFC Norte, a rivalidade Ravens-Steelers tem sido muito acirrada, e quase todos os jogos têm papel importante nas chances de chegar aos playoffs de ambos os times. Nos primeiros sete anos de existência da divisão, tanto Pittsburgh ou Baltimore têm vencido a divisão, exceto em 2005 e 2009. Os jogos entre os time têm se tornado sinônimo de jogos extremamente físicos, ao ponto de até torcedores de times de outras divisões acompanharem.
Um novo capítulo …
Em 2008, os dois times tiveram as duas melhores defesas da liga. Apesar do ataque dos Steelers ter tido algumas dificuldades em alguns jogos, a defesa de Pittsburgh parecia digna de Super Bowl, impressionantemente ficando a frente de toda a liga permitindo o menor número de jardas por jogada. Enquanto isso, os Ravens finalmente tinham encontrado o quarterback da franquia, selecionando o jovem Joe Flacco, saído da Universidade de Delaware, dando ao time a peça que faltava para se tornarem candidatos ao Super Bowl novamente.
O único problema ? Apenas um dos dois times poderiam chegar ao Super Bowl.
Ambos os encontros na temporada regular foram decididos por pequenas margens.
No jogo em Pittsburgh, parecia que os Ravens tinham o controle da partida, mas os Steelers conseguiram se recuperar e vencer o jogo na prorrogação.
No jogo em Baltimore, nenhum time conseguia chegar na endzone do adversário até o último minuto de jogo. Baltimore vencia o jogo por 9-6, com os Steelers a quatro jardas de fazer um touchdown, faltando 50 segundos para o fim do jogo. Em uma jogada controversa, os Steelers conseguiram marcar um touchdown através do wide-receiver Sanonio Holmes. Inicialmente, os árbitros haviam dito que a jogada havia terminado antes do jogador entrar na endzone, mas após os juízes revisarem a jogada, o resultado foi revertido, resultado na vitória de Pittsburgh.
As três polegadas que definiram a jogada também definiram o título de divisão da AFC Norte em 2008, que foi para o Pittsburgh Steelers, forçando os Ravens a vencerem os dois últimos jogos da temporada regular para chegarem aos playoffs como wildcard. Os Ravens passaram pelos quatro oponentes seguintes, chegando a final de conferência, contra o maior rival.
Os Ravens e os Steelers estavam emu ma rota de colisão no maior jogo da história da rivalidade, a primeira final de conferência com dois times da AFC Norte.
Jogando por orgulho …
Mais do que qualquer coisa, a rivalidade entre Steelers e Ravens tem haver com orgulho. Ambos os times sabem o que é estar no topo da NFL. Eles não simplesmente pensam que são bons, eles sabem disso. E eles não serão intimidados a mudarem seu pensamento.
(matéria escrita por Rafael Van Hayden e Guilherme Signori)
Ravens assina com o FB Jason McKie ...
Com Le’Ron McClain sofrendo uma lesão no tornozelo no jogo contra o Tampa Bay Buccaneers, os Ravens assinaram com o fullback Jason McKie.
O safety Ken Hamlin foi liberado para abrir espaço no elenco para McKie, que entra em sua nona temporada.
Em seu programa de rádio ontem, o técnico John Harbaugh disse que ainda há uma chance de McClain jogar nesse domingo contra os Steelers, mas o time verá o “quanto Jason pode aprender” nos próximos treinamentos.
McKie teve uma sólida carreira na NFL após não ser selecionado no draft de 2002. O jogador de Universidade Temple participou de sua primeira temporada pelo Dallas Cowboys, antes de chegar ao Chicago Bears, onde ficou por sete temporadas.
McKie participou de 88 jogos em sua carreira, 47 como titular. Durante sua passagem por Chicago, McKie teve 29 corridas para 84 jardas e 3 touchdowns. Ele também registrou 67 recepções para 357 jardas. Nessa pré-temporada ele estava com os Saints, mas foi cortado em setembro.
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
O safety Ken Hamlin foi liberado para abrir espaço no elenco para McKie, que entra em sua nona temporada.
Em seu programa de rádio ontem, o técnico John Harbaugh disse que ainda há uma chance de McClain jogar nesse domingo contra os Steelers, mas o time verá o “quanto Jason pode aprender” nos próximos treinamentos.
McKie teve uma sólida carreira na NFL após não ser selecionado no draft de 2002. O jogador de Universidade Temple participou de sua primeira temporada pelo Dallas Cowboys, antes de chegar ao Chicago Bears, onde ficou por sete temporadas.
McKie participou de 88 jogos em sua carreira, 47 como titular. Durante sua passagem por Chicago, McKie teve 29 corridas para 84 jardas e 3 touchdowns. Ele também registrou 67 recepções para 357 jardas. Nessa pré-temporada ele estava com os Saints, mas foi cortado em setembro.
(originalmente postado por Mike Duffy, no site baltimoreravens.com)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Cundiff traz estabilidade para a posição de kicker ...
No ano passado, os Ravens foram para a semana de descanso lamentando o erro de Steve Hauschka em um field goal no final do jogo.
Nesse ano, o descanso vem logo após um field goal de 38 jardas convertido por Billy Cundiff para dar a vitória na prorrogação.
Enquanto a diferença é óbvia, isso também significa que Billy Cundiff trouxe novamente a confiança na posição a qual Baltimore estava acostumado antes da temporada passada.
“Me sinto confortável com nossa situação nesse ano,” disse o técnico John Harbaugh. “Eu gosto de Billy. Eu acho ele um ótimo kicker, e obviamente ele provou isso.”
Cundiff, que assinou com o time para substituir Hauschka na semana 11 na última temporada, acertou 10 de 12 field goals tentados nessa temporada. Ele acertou três contra os Bills e disse após o jogo estar “em um bom ritmo.”
O aproveitamento de 83,3% de Cundiff seria o melhor de sua carreira se a temporada acabasse hoje. Seus únicos erros foram em uma tentativa de 51 jardas contra os Browns e uma de 46 jardas contra o Steelers.
Entre os acertos de Cundiff estão um field goal de 25 jardas contra os Jets que acabou dando a vitória ao time, um de 49 jardas em um jogo apertado contra os Browns e um par de field goals contra o vento no jogo em New England.
“Ele conseguiu bons acertos para nós, então tem jogado muito bem,” disse Harbaugh. “Eu acho que todos conseguem ver isso.”
Cundiff também está em segundo na liga com 18 touchbacks, ficando atrás apenas de Sebastian Janikowski. Sua média de 73 jardas noa kickoffs é a melhor da liga e tem sido uma poderosa arma para o time de especialistas de Baltimore.
(originalmente postado por Ryan Mink, no site baltimoreravens.com)
Nesse ano, o descanso vem logo após um field goal de 38 jardas convertido por Billy Cundiff para dar a vitória na prorrogação.
Enquanto a diferença é óbvia, isso também significa que Billy Cundiff trouxe novamente a confiança na posição a qual Baltimore estava acostumado antes da temporada passada.
“Me sinto confortável com nossa situação nesse ano,” disse o técnico John Harbaugh. “Eu gosto de Billy. Eu acho ele um ótimo kicker, e obviamente ele provou isso.”
Cundiff, que assinou com o time para substituir Hauschka na semana 11 na última temporada, acertou 10 de 12 field goals tentados nessa temporada. Ele acertou três contra os Bills e disse após o jogo estar “em um bom ritmo.”
O aproveitamento de 83,3% de Cundiff seria o melhor de sua carreira se a temporada acabasse hoje. Seus únicos erros foram em uma tentativa de 51 jardas contra os Browns e uma de 46 jardas contra o Steelers.
Entre os acertos de Cundiff estão um field goal de 25 jardas contra os Jets que acabou dando a vitória ao time, um de 49 jardas em um jogo apertado contra os Browns e um par de field goals contra o vento no jogo em New England.
“Ele conseguiu bons acertos para nós, então tem jogado muito bem,” disse Harbaugh. “Eu acho que todos conseguem ver isso.”
Cundiff também está em segundo na liga com 18 touchbacks, ficando atrás apenas de Sebastian Janikowski. Sua média de 73 jardas noa kickoffs é a melhor da liga e tem sido uma poderosa arma para o time de especialistas de Baltimore.
(originalmente postado por Ryan Mink, no site baltimoreravens.com)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Purple Heart - Jonathan Ogden ...
Jonathan Ogden entraria para a história dos Ravens de qualquer maneira, simplesmente por ter sido o primeiro jogador selecionado pela franquia no draft. No draft de 1996, seu nome foi anunciado como o quarto jogador a ser escolhido na primeira rodada.

Ogden teve uma carreira brilhante na UCLA, sendo o titular na posição de left tackle durante quatro anos. Em 23 jogos durante seus dois últimos anos na universidade, ele permitiu apenas dois sacks. Em 1995, Ogden recebeu o Outland e o Morris Trophy, foi nomeado pela UPI como melhor linha ofensiva do ano, e foi unanimamente escolhido para o 1st Team All-Almerican.
Ogden eventualmente teve sua camisa (#79) aposentada, apenas o oitavo jogador na história da UCLA a receber essa honra, sendo também eleito para o Hall da Fama da universidade em 2006.
Em seus 12 anos de carreira em Baltimore, Ogden participou de 177 jogos e consistentemente atuou como um dos melhores linhas ofensivas da liga. Foi eleito All-Pro por nove vezes e foi selecionado onze vezes ao Pro Bowl.
Foi uma presença muito importante desde a formação da franquia, protegendo quarterbacks de habilidade questionável por 12 anos. Além da defesa que sempre foi excelente, Ogden também foi responsável pelo sucesso dos Ravens durante tantos anos.
Surpreendentemente, durante sua carreira Ogden teve duas recepções, ambas para uma jarda e ambas para touchdown, recuperou sete fumbles e registrou dez tackles.
Ogden foi uma rara combinação de tamanho, potência e agilidade, sendo excelente tanto nos bloqueios para corridas quanto em proteger seus quarterbacks.
Em uma entrevista, Jonathan disse que a maior realização de sua carreira foi a de abrir caminho para o running back Jamal Lewis em 2003, ano em que este correu 2066 jardas, o segundo lugar nos recordes de jardas terrestres em uma temporada da NFL.
Como dito anteriormente, Ogden entraria de qualquer jeito para a história do time. Mas ele também quis entrar para a história do esporte e da NFL, sendo considerado por muitos como um dos melhores left tackles de todos os tempos.
(matéria escrita por Rodrigo Moyses Lima)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Harbaugh vs. Belichick: um confronto de respeito ...
Que a batalha comece.
O técnico do Patriots, Bill Belichick teve uma semana extra para melhorar seu time e prepara-lo para o confronto com os Ravens. Ele venceu os últimos sete jogos após a rodada de descando de seu time.
Do outro lado, o técnico dos Ravens, John Harbaugh, disse que sente que seu time faz o seu trabalho tão bem quanto qualquer outro estudando seus oponentes.
Então Harbaugh se diverte em confronter um dos mais renomados estrategistas da NFL ?
“Eu não jogo xadrez. Não sou tão inteligente,” brincou Harbaugh.
“Eu respeito muito o técnico Belichick e toda sua comissão. Eu penso que eles fazem um trabalho realmente bom estudando a si mesmo, mudando suas tendências. Estaremos prontos para isso.”
Uma área em que Belichick deve focar é em sua jovem defesa, que atualmente está ranqueada como 29ª na liga, permitindo 384.5 jardas por jogo.
Harbaugh disse que é provável que Belichick, originalmente um coordenador defensivo, faça mudanças significantes.
“Você nunca sabe com ele,” disse Harbaugh. “Eles podem chegar no jogo totalmente diferentes, com uma linha diferente, um sistema de cobertura totalmente diferente da semana anterior. É o que eles são, eles são múltiplos. Você tem que se preparar para tudo.”
Ao mesmo tempo, Harbaugh e sua equipe não tentarão se preparar para formações míticas.
“Eles estarão jogando no esquema da NFL,” disse Harbaugh. “Nós praticamente já vimos tudo. Se eles aparecerem com algo que nunca vimos, então ficaremos impressionados com isso.”
Os dois técnicos têm uma boa relação pessoal, desde que Harbaugh era assistente técnico na universidade de Cincinnati e Belichick, na época técnico do Cleveland Browns, foi até o campus da universidade para analisar alguns jogadores.
“Ele sempre me tratou muito bem por qualquer razão,” disse Harbaugh. “Isso nunca mudou. Eu não sei se ele foi gentil dessa vez quanto ele foi no passado, mas eu o respeito e esse é o tipo de coisa que você aprecia quando está competindo.”
(originalmente postado por Ryan Mink, no site baltimoreravens.com)
O técnico do Patriots, Bill Belichick teve uma semana extra para melhorar seu time e prepara-lo para o confronto com os Ravens. Ele venceu os últimos sete jogos após a rodada de descando de seu time.
Do outro lado, o técnico dos Ravens, John Harbaugh, disse que sente que seu time faz o seu trabalho tão bem quanto qualquer outro estudando seus oponentes.
Então Harbaugh se diverte em confronter um dos mais renomados estrategistas da NFL ?
“Eu não jogo xadrez. Não sou tão inteligente,” brincou Harbaugh.
“Eu respeito muito o técnico Belichick e toda sua comissão. Eu penso que eles fazem um trabalho realmente bom estudando a si mesmo, mudando suas tendências. Estaremos prontos para isso.”
Uma área em que Belichick deve focar é em sua jovem defesa, que atualmente está ranqueada como 29ª na liga, permitindo 384.5 jardas por jogo.
Harbaugh disse que é provável que Belichick, originalmente um coordenador defensivo, faça mudanças significantes.
“Você nunca sabe com ele,” disse Harbaugh. “Eles podem chegar no jogo totalmente diferentes, com uma linha diferente, um sistema de cobertura totalmente diferente da semana anterior. É o que eles são, eles são múltiplos. Você tem que se preparar para tudo.”
Ao mesmo tempo, Harbaugh e sua equipe não tentarão se preparar para formações míticas.
“Eles estarão jogando no esquema da NFL,” disse Harbaugh. “Nós praticamente já vimos tudo. Se eles aparecerem com algo que nunca vimos, então ficaremos impressionados com isso.”
Os dois técnicos têm uma boa relação pessoal, desde que Harbaugh era assistente técnico na universidade de Cincinnati e Belichick, na época técnico do Cleveland Browns, foi até o campus da universidade para analisar alguns jogadores.
“Ele sempre me tratou muito bem por qualquer razão,” disse Harbaugh. “Isso nunca mudou. Eu não sei se ele foi gentil dessa vez quanto ele foi no passado, mas eu o respeito e esse é o tipo de coisa que você aprecia quando está competindo.”
(originalmente postado por Ryan Mink, no site baltimoreravens.com)
A melhor foto do ano ...
Na última vez que coloquei uma foto nessa coluna foi quando o linebacker Terrel Suggs posou como uma bailarina na frente da foto do ataque em 2009. Os fãs adoraram.
Em um dia relativamente sem muitas notícias, não pude resistir em colocar essa foto postada por um fã no blog ontem a noite.
Após o wide receiver T.J. Houshmandzadeh receber o touchdown da vitória restando 32 segundos para o fim do jogo, o número 84 disse “eu gosto de jogar contra times que têm boas defesas porque eles falam demais, mas eles não me assustam.”
Mas parece que Houshmandzadeh aterrorizou os torcedores de Pittsburgh, que olharam absolutamente traumatizados para ele enquanto ele acenava para a torcida.
Vamos ver quem consegue aparecer com uma foto melhor do que essa. A propósito, essa é a descrição colocada pelo fã no blog.
Ingressos para o jogo – 175 dólares
Combustível para ir até Pittsburgh – 40 dólares
Cachorro quente, cerveja e amendoim – 25 dólares
A decepção no rosto dos torcedores de Pittsburgh após Baltimore vencer em sua casa – NÃO TEM PREÇO !!!
(originalmente postado por Sarah Ellison, no site baltimoreravens.com)
Em um dia relativamente sem muitas notícias, não pude resistir em colocar essa foto postada por um fã no blog ontem a noite.
Após o wide receiver T.J. Houshmandzadeh receber o touchdown da vitória restando 32 segundos para o fim do jogo, o número 84 disse “eu gosto de jogar contra times que têm boas defesas porque eles falam demais, mas eles não me assustam.”
Mas parece que Houshmandzadeh aterrorizou os torcedores de Pittsburgh, que olharam absolutamente traumatizados para ele enquanto ele acenava para a torcida.
Vamos ver quem consegue aparecer com uma foto melhor do que essa. A propósito, essa é a descrição colocada pelo fã no blog.
Ingressos para o jogo – 175 dólares
Combustível para ir até Pittsburgh – 40 dólares
Cachorro quente, cerveja e amendoim – 25 dólares
A decepção no rosto dos torcedores de Pittsburgh após Baltimore vencer em sua casa – NÃO TEM PREÇO !!!
(originalmente postado por Sarah Ellison, no site baltimoreravens.com)
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